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QUEM NÃO É POLÍTICO?

Do levantar ao deitar estamos fazendo política - nada mais que escolhas...

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RESPEITO À LEGISLAÇÃO

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TODAS AS FAIXAS ETÁRIAS

 

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PORTAL PM ARAÇATUBA/SP

 

 

No final desta página você encontra outros números do FOLHETIM.

"ESCREVER... É ARTE"

CRÔNICAS PUBL. EM 2015

CRÔNICAS PUBL. EM 2014

CRÔNICAS PUBL. EM 2013

CRÔNICAS PUBL. EM 2012

CRÔNICAS PUBL. EM 2011

CRÔNICAS PUBL. EM 2010

CRÔNICAS NÃO PUBL. - 2013

CRÔNICAS NÃO PUBL. - 2012

CRÔNICAS NÃO PUBL. - 2011

 

 

LIVROS DO PROF - BAIXE-OS

POESIAS DO PROF - 1999-2014

LEIA: UMA LOCOMOTIVA...

 

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LER EXERCITA O CÉREBRO!

RECANTO DAS LETRAS

Textos de Pedro César Alves

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Pedro César Alves,

Cadeira 199 (desde2002)

 

 

RELÓGIO DE PÊNDULO

Click na imagem acima e leia: "RELÓGIO DE PÊNDULO", premiado no 26º Concurso de Contos 'Cidade de Araçatuba' / 2013.

 

 

CONCURSOS LITERÁRIOS

 

RECONHECIMENTO

TROFÉU ODETTE COSTA - 2011

Troféu 'Odette Costa - 2011'

- por 'Divulgação Cultural'

 

VOTO DE APLAUSO

No dia 13/02/2012, às 19h, na Câmara dos Vereadores, em Araçatuba, recebi 'Voto de Aplausos', indicado pelo Vereador Prof. Cláudio, e subscrito pelos onze vereadores - pelos relevantes serviços prestados junto à comunidade, através do Programa Escola da Família e 1º CulturArte/2011, na EE "Dr. Clóvis de Arruda Campos" - Paraisão.

 

REVISTA

Revista 'Plural', da Academia Araçatubense de Letras, 20 anos, 2012.

Participação do prof. Pedro César Alves, p.125 e 126.

Texto:

"Caminhar faz crescer"

 

ARQUIVOS EM PDF

CRÔNICAS 2011

CRÔNICAS DE JUNHO

CRONICAS DE MAIO

CRÔNICAS DE ABRIL

CRÔNICAS DE MARÇO

CRÔNICAS DE FEVEREIRO

CRÔNICAS DE JANEIRO

CRÔNICAS 2010

CRÔNICAS DE DEZEMBRO

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REFLITA UM POUCO...

 

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PORTA-LIVROS

RESUMOS LITERÁRIOS

RESUMOS LITERÁRIOS DE A - Z

VIAJAR PELO MUNDO? ACESSE.

 

EM 2015:
"Se existir guerra, que seja de travesseiro; se for pra prender, que seja o cabelo; se existir fome, que seja de amor; se for pra atirar, que seja o pau no gato-t-ó-tó; se for para esquentar, que seja o sol; se for para atacar, que seja pela pontas; se for para enganar, que seja o estômago; se for para armar, que arme um circo; se for para chorar, que seja de alegria; se for para assaltar, que seja a geladeira; se for para mentir, que seja a idade; se for para algemar, que se algeme na cama; se for para roubar, que seja um beijo; se for para afogar, afogue o ganso; se for para perder, que seja o medo; se for para brigar, que briguem as aranhas; se for para doer, que doa a saudade; se for para cair, que caia na gandaia; se for para morrer, que morra de amores; se for para violar, que viole um pinho; se for para tomar, que tome um vinho; se for para queimar, que queime um fumo; se for para garfar, que garfe um macarrone; se for para enforcar, que enforque a aula; se for para ser feliz, que seja o tempo todo; se for pra cheirar que seja a flor; se for pra fumar que seja a cobra; se for pra picar que seja a mula.” - enviado por Carlito Lima.

 

 

 

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LER É O MELHOR CAMINHO

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O MUNDO ESTÁ EM CRISE, NÓS ESTAMOS EM CRISTO!

VALORIZE A EDUCAÇÃO E A CULTURA!

SEJA BEM-VINDO

SÓ O AMOR VALE TUDO NA VIDA...

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PROJETO 06 EDIÇÕES 2016

Venha participar das 06 Edições do Folhetim “ARAÇATUBA E REGIÃO” em 2016. Conta-se com 30 espaços (em 08 páginas) / ou 38 espaços (em 10 páginas) e um valor que atende a necessidade de todos – e ainda o participante colaborará com a publicação de textos de autores da região, entrevistas, comentários literários, entre outros. As publicações ocorrerão nos meses de Fevereiro-edição nº 30, Abril-edição nº 31, Junho-edição nº 32, Agosto-edição nº 33, Outubro-edição nº 34, Dezembro-edição nº 35 (Edições Especial de Fim de Ano), com datas de publicação entre os dias 05 a 15 de cada mês citado. A Edição ficará disponível on-line e impressa (PB). As propagandas dos anunciantes constarão do site em sistema rotativo.

Entre em contato através do e-mail: literaturabrasil@terra.com.br

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SEM LOTAÇÃO

O veículo não estava com sua lotação plena – dos quarenta e cinco lugares, trinta estavam ocupados (tive a consciência de contar os passageiros). Estava eu na linha Um Quatro Um, no sentido bairro-centro. Tinha tomado a condução no bairro.
E veículos deste porte, em horário nobre – por assim dizer, andam cheios. Não estava, com certeza, em horário nobre. Sentado estava na lateral do veículo, olhava a outra lateral. E, numa das paradas, ela entrou.
Corpo magro, bem feito – como os homens costumam dizer. Estatura mediana, cabelos revoltos – para trás. Vestia um short-saia jeans sobre a pele morena escura. Uma blusa cinza, bem leve sobre os ombros, mas com decote em forma de ‘v’, profundo, que mostrava a parte superior dos seios, o caminho entre eles, ale, de parte do sutiã vermelho claro. Na mão direita um anel prata (que não parecia ser algo de grande valor, talvez de valor sentimental). No braço esquerdo uma pulseira, de pano, nas cores preto e branco. Nos pés um chinelo-sandália nas cores azul e vermelho, com detalhes em metal dourado.
Vez ou outra, percebi, que respirava fundo, como se estivesse gripada. Olhei-a por um tempo a mais que o comum e os seus olhos castanhos encontraram os meus – e quase balbuciei (ou balbuciei – que não me recordo neste exato momento): ‘minha casa ficaria feliz em recebê-la’.
Minutos depois chegava próximo o lugar onde eu deveria descer. Coloquei-me de pé e puxei a cordinha. Ali, lado a lado, olhei-a novamente e percebi, mais profundo ainda, como a morena, de seios lindos, era mais bela ainda! A condução parada aguardava eu descer: voltei à realidade. Corri para a porta, pedi desculpas ao motorista. Desci. – NOV/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES 

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OS TEXTOS ABAIXO SÃO PUBLICADOS AOS SÁBADOS NO JORNAL

"O LIBERAL REGIONAL", Caderno ETC, p. 02.

 

AS BATALHAS ENTRE OS MUNDOS

Há pessoas que acreditam em vários mundos – eu, particularmente, também acredito. Acredito, por exemplo, no mundo em que vivemos (planeta Terra), o virtual e o dos extraterrestres. Se existem todos? Não posso afirmar, mas posso imaginar. Posso acreditar – e até mesmo fantasiar criando mundos. Inclusive, posso criar um mundo específico para o meu ser – e isso torna-me engenhoso.
Escrevendo a palavra imaginar, fiquei imaginando muitas coisas. Muitos mundos que já foram criados pela mente humana. Como a mente humana é fértil! E todo desenvolvimento destes mundos foram frutos de acreditar que era possível criar. Criar – palavra mestre de toda a consciência humana. O Homem pode, com a imaginação, escrever as mais variadas histórias e, destas, fazê-las o mundo acreditar – mesmo sabendo que é furto da imaginação. É de se pensar no mundo maravilhoso que nos foi emprestado quando nascemos humanos. 
A criação humana vai tão longe que os menos criativos – os que apenas assistem – ficam se maravilhando com tamanha façanha. Assistem, por exemplo, várias vezes os mesmos filmes, as mesmas séries, por assim dizer. A criação é magnífica! São séries e mais séries maravilhosas – e prefiro não citá-las aqui para não deixar alguma de fora e o leitor mais atento poderá sentir falta de sua série preferida. E o que mais deixa triste um leitor deve ser quando o mesmo começa a ler um assunto que lhe interessa (como filmes e séries) e, de repente, na busca do seu filme ou série preferida, esta não foi citada. Pelo menos eu me sinto assim quando leio alguma coisa e não encontro a minha preferência dentro do assunto que estou a ler.
Viver entre o mundo real – aqui no planeta Terra, e viver em mundos virtuais, fantasiosos, é realmente uma maravilha que somente o ser humano pode viver. Quando se adentra o mundo virtual – os sites mais variados possíveis, pode se encontrar de tudo. E quando digo de tudo, quero dizer de tudo mesmo, desde coisas boas até coisas ruins. Seja lá qual for a intenção de quem os criou, para o bem ou para o mal, a escolha é de quem os acessa. E, se o internauta não estiver atento, pode ser induzido a coisas muito estranhas.
Sou um cidadão que luto contra os jogos virtuais sangrentos – aliás, digo que até filmes violentos não gosto de assistir (até mesmo os mais fracos, como os de vampiros). Os jogos virtuais sangrentos – creio eu, incitam à violência. Temos que ser da paz, sou da paz! Logo, a minha escolha é esta: não aos jogos violentos.
No mundo virtual há jogos que são de batalhas, porém com um diferencial: são de estratégias e não mostram os combates. O jogador apenas faz o seu exército, cria o seu mundo, se alia a outros jogadores, formam batalhas – e, na realidade, a adrenalina sobe, mesmo não vendo, mas imaginando. Eu, por exemplo, desde 2008 participo de um jogo de estratégia de guerras. É incrível como – após um dia caloroso de trabalho, isso pode descansar a mente.
E o último mundo que gostaria de citar: o mundo dos extraterrestres. Este, visto pelo lado da ufologia, é extenso (mas sem muita convicção – pelo menos penso eu, que me considero um extraterrestre em certos momentos da vida). Mas há muitas citações sobre aparições de OVNIs – mas, de certo modo, todos com problemas de registros – ou será que não querem deixar claro à população o que realmente existe? – refiro-me aos políticos do alto escalão, e de plantão, e aos militares.
Então, as batalhas entre os mundos sempre existiram, existem e persistem, inclusive dentro do próprio ser humano: quer batalha maior que o ser humano enfrenta quando precisa tomar determinadas decisões? São mundos e mais mundos que encontramos pela nossa jornada – e, por fim, a batalha contra a morte: que ninguém humanamente consegue vencer! Publicado: 30/01/2016

 

BRINCANDO COM AS PALAVRAS

Às vezes fico pensando no que escrever e começo a buscar ideias em minha mente – e nem sempre as acho. Então, resolvo de outra maneira e começo folheando livros, revistas, jornais e até mesmo blogs – e, de repente surgem as palavras e estas vão dando forma ao texto (e nem sempre do que estava a olhar...). É o trabalho de penetração no reino das palavras, de seleção, de composição de palavras que formam ideias, que formam frases...
E vale lembrar que certa vez o poeta Carlos Drummond de Andrade em seu poema ‘A procura da poesia’, disse: ‘(...) Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá estão os poemas que esperam ser escritos. / Estão paralisados, mas não há desespero, / há calma e frescura na superfície intata. / Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.’ – pois é simples: estão a espera dos que querem escrever, seja poesia, conto, crônica, histórias curtas ou longas – novelas ou romances. Simplesmente estão lá para serem selecionadas e escritas!
Outras vezes penso em ligar pra um amigo, ou amiga, em busca de sobre o que escrever. Verdade é que, penso, mas nunca fiz isso – nunca aconteceu de chegar ao fim da linha (se tivesse acontecido não teria vergonha em dizer). E, de propósito citaria o nome dele, ou dela, no texto. Creio que, de tanto pensar – e pensar no depois, as ideias vão se aproximando das pontas dos dedos, descem pelas teclas do computador e geram o texto.
Muito interessante quando alguém pega o seu texto e começa a dar opiniões. É tão interessante que, às vezes, você acaba mexendo no texto todo (e ainda pensa: como não pensei nisso antes?) – ou, até mesmo, jogando-o fora e produzindo outro a partir das sugestões recebidas. Por quê? Será falta de confiança no que escreve? Será que a opinião do outro naquele momento está melhor que a sua? É interessante pensar sobre, pois nem sempre conseguimos chegar, como dizem, a um denominador comum.
Se você tem dúvidas ao escrever, o melhor a fazer é perguntar. E, de pergunta em pergunta, se constrói com conhecimento. Ou seja, são as perguntas que movem o mundo, não é mesmo? Muitos colocam a pergunta de forma inversa – mas, do meu ponto de vista, as perguntas que movem o mundo... Através das perguntas vamos construindo o conhecimento – exemplo: a criança sempre está a perguntar ‘por quê?’, e, às vezes, até chega a ser irritante (de certo modo), mas ela precisa saber. E, só perguntando, que se passa saber.
Falando no mundo das palavras, que tal pensar no significado de algumas palavras? Que tal começar pelo conteúdo – por assim dizer, da palavra elogio? Elogiar, ser elogiado – todos gostam, desde o menor até o maior. Eleva a autoestima de qualquer um – e ainda mais se vir de onde você menos esperava... E, quando isso acontece, todos se sentem muito bem. Mas, se você ouvir a palavra desgraçado (que não tem...) – como dói! Melhor pular esta parte e seguir para o fim.
E, chegando a estas últimas linhas, posso parar, pensar e dizer que não é nada fácil escrever, mas para que aconteça a escrita é necessário ter coragem de parar, pensar e escrever. E escrever sem medo de ser feliz – pois ao escritor cabe a dosagem de ser, ou não, feliz. Publicado: 23/01/2016

 

PARADA DE ÔNIBUS

Duque de Caxias – quem foi ele? Pulando essa parte, vou apenas à parte que compete a este observador da cidade: venda ambulante – sandálias, chinelos, cintos...
O ônibus encosta próximo ao meio fio. O grupo, pequeno, já formado no passeio publico, dá o primeiro passo degraus adentro. A partir de poucos metros não os verei mais. Talvez. Pela janela nos observamos: uma criança de colo sorri para mim – imagino que sou o destinatário daquele sorriso. Nem quero pensar o contrário.
Do outro lado da rua um ponto de táxi. Observei e notei que o mesmo era pouco movimentado. Notei, no entanto, que usam muito o serviço chamado de mototaxi – e muito deles passavam por ali carregando os mais variados tipos humanos. Homens, mulheres e até animais encaixotados. Dos dois primeiros: magros, gordos, louros, negros, ruivos... De calças, de shorts, de saia – de pernas à mostra.
O ônibus perdeu-se em minha memória. Logo veio outro e com pessoas em pé. Pessoas com sinal de cansaço. Com vontade de logo chegar ao aconchego do seu lar, mesmo que seja ‘um Lar Severino’. E outras pessoas adentram o ônibus – mesmo em pé, o importante é chegar ao destino.
Olhei o relógio: os ponteiros se aproximavam de ficar um sobre o outro. Era sábado e fervilhava o calçadão. O arranha-céu em minha frente botava-me um pensamento: do último andar contemplar a cidade. Último andar: tudo é mais bonito, mais perto do céu.
Um carrinho de mão abarrotado de papelão cruzou a minha frente. Um senhor acabado pelo tempo o arrastava – semelhante a um animal a puxar uma carroça. Poucas quadras dali a Cooperativa onde todo material era recolhido, prensado e de lá enviado aos lugares adequados. (Ainda bem que, até a Cooperativa, é descida...)
Alguns passos: o Museu Araçatubense de Artes Plásticas e lá os araçatubenses, mais alguns cidadãos do mundo, colocam suas artes expostas aos que possuem bons gostos em visitar. A arte alegra o espírito. Dá ânimo.
Outro ônibus. Uma senhora observava impacientemente os passageiros subirem. Eu também observo e vejo a dificuldade de uma velha senhora em adentrar o ônibus. De corpo bem gordinho. Imagino o sofrimento desta ao passar pelo cobrador – que sofrimento!
Atrás deste ônibus já parava outro. Uma senhora de meia idade dirigia-o. Olhou-me com um olhar de nem sei o quê! Mas me atingiu profundamente. Desviei o olhar para o fundo do ônibus e lá a vi, uniformizada, de cabelos soltos ao possível vento que acaricia com o movimento do veículo. Estava com o olhar longínquo, talvez pensando. Pensando, talvez, na vida, nos amores... Observei-a até o ônibus partir. O som vindo de um carro chamou a minha atenção: anunciava a presença de um circo na cidade. Pelo jeito, um circo badalado. Fui tomado subitamente por um toque no ombro:
- Perdido por aqui?
Assustei. Recobrei os sentidos terrenos, pois parecia estar ali, mas não estava. Viajava em pensamentos por ares diferentes em busca de soluções – pareciam impossíveis.
- Nem tanto. Olhando a vida passar, buscando ideias para os próximos textos...
E trocamos, por alguns instantes, palavras perdidas, desconexas. Percebi que fazia o mesmo que eu – por isso poucas palavras trocadas. Desci até a Praça São Joaquim – mas antes comi um salgadinho com um bom copo de suco. Entrei logo no meu carro – e, em casa, escrevi... Publicado: 16/01/2016

 

O LADO SOMBRIO DAS COISAS

Em tudo na vida há o lado sombrio que, apesar de ser sombrio, o ser humano gosta. Significa, também, o lado misterioso da vida. E, por dizer a verdade a nós mesmos, não podemos negar que gostamos de ter um lado misterioso. E alguns chegam a dizer que é puro charme – ser, ou não charme, depende de cada um.
Coloque-se no espelho apenas metade de sua face. Um lado ficará refletido, o outro lado não, então, a estranheza surge. Assim, também, a experiência no claro-escuro de nossos pensamentos: o lado sombrio esconde muitas coisas – assim como um porão ou sótão esquecido às traças (as coisas depositadas neles ficam ali esquecidas às traças) – e como escondemos coisas. Às vezes, queremos esconder de nós mesmos.
Começamos a vasculhar os nossos mais esquecidos pensamentos e lá encontramos coisas que, em algum momento, deixamos de lado porque se usássemos acabaríamos mostrando o nosso lado sombrio de ser – e não adianta negar: em algum momento somos sombrios. Aliás, e como somos sombrios!
Quando assistimos aos filmes de espionagens notamos bem o lado de lá – são tantas artimanhas que pensamos se realmente aquilo pode existir. E, então, surge a questão: a telinha imita a vida, ou a vida imita a telinha? Creio que a telinha imita a vida, logo, tudo pode ser realmente real. Embora tenha um pouco de mistérios. Tudo isso a partir da arte dramática...
Frente ao espelho ainda posso sentir a falta que a outra metade me faz. Olhar-me por inteiro faz diferença e em grandes proporções. É ver-me quase por completo: corpo e alma. Pela metade – falta-me uma parte. O Homem só se sente completo ao se sentir por inteiro. E, não é raro o Homem se sentir pela metade, ou apenas partes.
Sentir-se por inteiro também compete às escolhas que se pode fazer, ao caminho que pode caminhar, aos amigos que se pode ter, à família que se pode construir. Logo, sentir-se por inteiro é nada mais que possíveis conquistas. E as conquistas são árduas, ainda mais quando se quer fazer tudo certinho (e é preciso!).
E, embora tenhamos curiosidade de termos coisas e mais coisas, algumas – após determinadas descobertas, passamos a pensar que seriam melhor como estavam antes: sem descobri-las. Mas, como diz o velho e bom ditado popular: ‘A curiosidade mata o gato’. – certo, ou não, é verdade!
Pensando um pouco diferente: creio que gostamos de ter o nosso lado sombrio. Com o nosso lado sombrio nos tornamos um pouco misterioso. Parecemos, aos outros, que estamos a esconder algo. Nunca revelamos completamente quem somos – aliás, creio eu, que nós não sabemos plenamente quem somos – assim, por exemplo, vive-se uma longa vida ao lado de alguém e não o conhecemos direito. São os enigmas da vida, não é mesmo?
Na vida há muitos enigmas a serem descobertos. E muitos que nunca serão descobertos, ou explicados. Talvez a afirmação de que são as perguntas que movem o mundo e não as respostas – esteja correta. Publicado: 09/01/2016

 

VÉSPERAS DE NATAL

A vida é muito corrida – e, com certeza, queremos que ela ande devagar. Ontem era o início do ano, hoje estamos a menos de uma semana do Natal. Do próximo ano mais perto ainda que ontem, e que sempre reclamávamos que estava demorando a passar.
Apesar das reclamações, consideramos com o passar dos anos nas costas que é melhor passar lentamente. E quanto mais lento, melhor. Este mês cheguei ao fim do primeiro tempo – anos atrás queria atingir o mais rápido possível a maioridade – hoje penso diferente, mas gostaria de ter aos dezoito a mente de hoje, o conhecimento de hoje.
Às vésperas de Natal começamos a fazer uma retrospectiva – que não é nada fácil, pois quando lembramos determinadas atitudes que praticamos, sobe determinada reação: poderia ter feito de outra forma e, provavelmente, o resultado seria outro. Seria outro, com certeza, e talvez não pesaria hoje. Mas sim, talvez não – pois toada ação precede uma reação, não há como negar. Sendo assim, passaríamos a vida toda a questionar as nossas atitudes.
É tão interessante para e fazer determinadas reflexões – tais reflexões levam-nos a pensar no futuro (que está tão próximo), e, ao mesmo tempo, distante. Distante mas cheio de planos. Somos impulsionados desde pequenos a fazer planos – planos das vésperas do futuro (e que nem todos têm a sorte de alcançá-los). Pensar no futuro é divagar sobre algo que não temos certeza, por isso leva o nome de futuro. Os atos passados ficaram na memória e a dádiva maior é o presente, o hoje, o agora.
Os preparativos estão começando a todo vapor! São famílias se deslocando para encontrar os parentes próximos que estão distantes. São famílias se preparando para passar o Natal e a virada do ano em praias belíssimas. Outros saindo das armações de concretos em busca de paz de espírito – provavelmente em cidades menores ou no campo. São escolhas de presentes e mais presentes aos mais próximos – é uma festa só! É um sabor que se carrega pelos dois ou três meses seguinte – até a preparação para a Páscoa.
São formaturas – são derramamento de lágrimas de turmas que se despedem e cada um carregará em si as marcas trilhadas lado a lado com os amigos. E, dali para frente, cada um seguirá o seu caminho – poderão se encontrar, relembrar os bons momentos que passaram juntos, mas não será mais a mesma coisa. Caminhos diferentes, até cruzados, porém não os mesmos mais.
E, quando se fala em formatura, tive a grata satisfação deste ano que se finda em acompanhar o 3º A, Turma do Técnico em Química, da Escola ‘Dr Clóvis de Arruda Campos’ em parceria com a ETEC. É emocionante estar ali e entregar-lhes o canudo simbólico da colação de grau – eles se emocionaram e eu também. Creio que não nos esqueceremos – farei parte do álbum de fotografia deles.
Nas tradicionais famílias portuguesas, às vésperas do Natal – dia 24 de dezembro, reuniam-se para o jantar: chamado de Consoada ou, bem abrasileirado, Ceia de Natal, e à meia era feito – e ainda é, a distribuição e a troca de presentes e realiza-se a Missa do Galo. E, tradicionalmente falando em Brasil, espera-se que à meia-noite o Papai Noel visite as famílias distribuindo os presentes – a cada criança sonha com a visita do Papai Noel. E, vale lembrar também que em certas famílias, e até mesmo entre amigos, a troca de presente se faz através do amigo secreto (amigo oculto).
Acreditam-se muitos que no dia 25 de dezembro o menino Jesus nasceu – para uns sim, para outros não (determinam outra data), mas o importante é acreditar que podemos trazer o menino Jesus todos os dias conosco e tudo – todas as festividades, é um meio de agregar a família. Tendo o menino Jesus no coração, na mente, e praticando todos os seus ensinamentos é o que importa – pois alguns com mais, outros com menos bens nesta vida não se faz diferença para herdar os céus, mas importa sim cumprir fielmente os seus preceitos. A todos uma feliz semana de preparativos – Feliz Natal! – 12/12/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES 

 

BOM PRA CHUCHU

Você já pensou no termo bom pra chuchu? O que é pra você bom pra chuchu? De forma geral, há tantas coisas boas pra chuchu. Ou seja, há muitas coisas para pensar, para analisar, não é mesmo? Então, como sempre, vamos por etapas.
Antes de qualquer coisa, é um termo que pertence à linguagem informal, que indica intensidade – e pode ser igual ‘bom pra cachorro’, ‘bom pra valer’. É um termo muito usado em lugares rurais, pois sua origem se dá na planta leguminosa – chuchu, que é uma trepadeira e, quando bem assentada em solo, produz muito. 
Creio que para a maioria seria muito bom, bom pra chuchu, ter saúde, dinheiro no bolso (bastante, de preferência), dignidade. Para alguns é ter uma boa vida, divertida, com a família e amigos. É poder sair pelos caminhos do mundo, gritando bem alto aos quatro ventos, que é feliz, que está feliz – e que pode cultivar a alegria com os amigos.
Para outros é comer bem, por exemplo. Ou, ainda, saborear os doces petiscos preparados pelas avós, pois soe elas sabem fazer – além de poder dizer que melhor lugar não que a casa das avós (com raras exceções). Até hoje vi poucos netos não gostarem da casa das avós – para a maioria, é o melhor lugar! Aliás, nas casas das avós somos bem amparados dos sermões das mães.
Outros, ainda, pensam que dançar, cantar, beijar, abraçar – nada melhor que isso – principalmente aos mais jovens. Aos de mais idade também, mas com menos intensidade. Ou, o modo de olhar a vida já é diferente. Já tem uma bagagem, tanto de vivência, como emocionalmente. 
Também é bom pra chuchu viver novas experiências. Novas emoções, talvez estar ao lado de pessoas diferentes, com hábitos diferentes, com pensamentos diferentes, com pensamentos inovadores. Ah, e como seria bom estar ao lado de pessoas inovadoras, e de preferência com um bom dinheiro no bolso para poder desfrutar dos bens terrestres que estão disponíveis e a nosso favor – estão para serem usados. Saúde e bem-estar são bons pra chuchu – não é mesmo?
Se pensar por outro lado, o lado escolar, fazer a lição é bom pra chuchu! Aliás, o fazer familiar também é bom pra chuchu – e em todos os sentidos! Brincar com os familiares e com os animais de estimação... Rolar na relva – de preferência após um dia chuvoso – pois é passível de sentir o cheiro de terra molhada!
Outro dia li que não há nada melhor que comer, assistir a boas séries na TV, ler bons conteúdos (livros ou internet) e, de certo modo, nada melhor que comer, beber e alegrar-se do que está vivendo, como escrevi outro dia. E, na ocasião, citei a passagem bíblica do rei mais poderoso que a história narra: o rei Salomão.
Mas ainda há muitas coisas boas pra chuchu – como alegrar com a alegria dos amigos – e eu compartilhei estes últimos dias com alguns amigos literatos, que são: Rita Lavoyer, Antônio Luceni e Antenor Rosalino. Rita Lavoyer ficou em primeiro lugar no Concurso de Contos ‘Paulo Leminski’, de Toledo-PR, com o conto “Sobre a terra seca dos meus olhos”. Antônio Luceni venceu o Concurso Nacional de Literatura Infantil ‘Nelly Novaes Coelho’, promovido pela UBE – União Brasileira de Escritores, com o livro “O menino e o vento”. Antenor Rosalino venceu o ‘1º Concurso de Poesias da Ordem dos Poetas do Brasil’, de Guarujá-SP, com o poema “Páginas Viradas”. A todos estes que levam o nome de Araçatuba os meus sinceros parabéns!
Fechando estas linhas, que foi bom pra chuchu escrevê-las (pois a semana passada alguma coisa aconteceu que o texto não chegou à Redação deste tabloide), vale ressaltar que as amizades conquistadas durante a vida são tão boas que nesta semana que se finda tive a grata satisfação de ser lembrado por muitos em minha data festiva de nascimento – a todos o meu muito obrigado!  – 12/12/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES 

A FAVOR DA VIDA SEMPRE

Sou um que vivo metamorfoseando, mas mesmo nesse constante processo, adoro a vida. Sou contra todos que, de uma maneira ou de outra, de forma individual ou coletiva, atentam contra a vida. Viver é a melhor forma que o Criador deu à criatura que criou – nós, os humanos. Condeno qualquer ato contra a vida – vejo como um ato imperdoável (pelo menos para este que vos escreve). Quem tal ato faz – contra si, ou contra outros – tem que buscar perdão num Ser Maior (e não nas pessoas, pois as pessoas podem ignorá-los – eu faço isso). Não sou o Criador para julgar, mas tenho os meus princípios. Logo, penso assim. Existo assim – e não há quem mude o meu modo de pensar. 13/04/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES   

 

AMAR? NUNCA MAIS...

Às vezes ficamos pensando na vida, nas coisas que nos cercam e descobrimos que – na tentativa de acertar, erramos mais, mas o melhor de tudo é que podemos olhar para trás e dizer: tentei! Não fui covarde!
'Nunca mais’ pode ser um pouco pesado, talvez. E ainda mais pra um sujeito como eu. Mas, o que vale mais, são as intenções – apesar de eu sempre dizer que de intenção o Inferno está cheio. Tenho dó (tenho nada!) do sujeito que diz usar o tridente – que queime junto! Uhu!
Revoltado? Eu? Sempre fico, mas pode (ou não) passar – sempre passa, pelo menos comigo. E prometo enforcar-me num pé de cebolinha (que ainda vou plantar) – se acontecer novamente comigo. 08/04/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES   

 

HORRIPILANTE

Um corvo pousou na marquise do edifício em frente ao seu apartamento. Sentado, à frente de sua escrivaninha, observou bem através da vidraça o olhar do animal.
Abaixou a cabeça e por alguns instantes pensou em coisas ruins, mas logo tirou da cabeça: não passava de constantes histórias de terror.
Firmou os pensamentos e os dedos correram soltos pelo teclado dando corpo ao texto que escrevia. Meia hora depois foi subtraído de seus pensamentos com o ‘cantar’ do corvo.
Os olhares foram trocados. Compreendeu o chamado. Levantou calmamente. Dirigiu-se para a vidraça e a abriu. Retornou e seus pensamentos, seguidos mecanicamente pelos dedos no teclado, iam engrossando o texto.
De tempos em tempo um soprar mais forte do vento entrava pela vidraça aberta. Levantava a cabeça – o corvo ainda estava lá.
O dia foi se apagando. O corvo se envolvendo na negritude do tempo. De repente o corvo faz mais um ‘cantar’ e bate asas – que do lado de cá se ouvia nitidamente. Era algum sinal.
A campainha soou. Dirige-se à porta. Olha pelo ‘olho mágico’: é ela. Apenas respondi – e já do meio da sala, pois se afasta apresentando algum sintoma:
- Já vou.
Quase que correndo fecha a vidraça. Arruma a roupa que vestia – negra como está prevista para o último dia.
Abre a porta.
- Por que demorou tanto? – empurrando-o para o meio da sala, e correndo o olhar por toda a parte como se estivesse a procura de algo que esclarecesse a demora.
Ele, o escritor, permaneceu calado. Ela, não obtendo resposta, começou a circular lentamente pela pequena sala.
Um vento forte entrou pela porta da sala, passou por ambos. A porta fechou-se imediatamente; a vidraça estremeceu.
Ela rapidamente cobriu o rosto com as palmas das mãos. Segundos depois gritou:
- Você está me traindo?
Negativamente ele fez com a cabeça.
- Você a deixou ir pela vidraça, por isso fechou!
Continuava a negar balançando a cabeça.
Dirigiu-se ela para a vidraça e a abriu. Virou-se para ele e com olhar diabólico o encarou. Nada disse, mas o atraiu como imã.
O escritor se aproximando dela, aproximando, aproximando... Da morte! Julho de 2014                

 

JANEIRO - 2015

HOJE E OS TEMPOS QUE SE FORAM

OUÇA EM

Outro dia na Igreja foi pregado que devemos ter memória. Com valor expressivo na memória positiva. Nela, as lembranças positivas nos impulsionam a querer ir mais longe. E assim, hoje, antes de começar a fazer algumas coisas na vida (férias é bom por causa disso), abri o facebook e vi fotos maravilhosas, de lugares maravilhosos. E o tempo foi passando.
Voltei ao tempo que se foi. Voltei ao tempo que estudava... Voltei nas maluquices que fazia (hoje um pouco menos). Aos sete anos, de ‘jaleco’ branco comecei a estudar – e nunca mais parei! Aos catorze anos a trabalhar (e registrado – tanto que em junho deste ano terei trinta anos de contribuição previdenciária: apenas três meses perdido e sem nunca ter recebido um salário desemprego, graças a Deus). Meu Deus! Completei quarenta e quatro anos neste último mês!
Aos vinte anos dentro de uma sala de aula e nunca mais parei – trabalho e divirto-me fazendo o que gosto: lecionar (redes pública e particular). E, para me divertir mais ainda: escrever – escrever é um bom passatempo. Escrever é criar, inventar, viajar. Escrever é transformar a realidade, ou, passá-la para o papel com outro olhar. Escrever é superação. E, para aperfeiçoar tal divertimento, nada melhor que – após formado, passar mais alguns anos em Assis (UNESP) – que me deu uma boa bagagem na área de produção textual. Mas vale ressaltar que, com os tempos passando, com a idade chegando – amadurecimento, vamos criando o nosso próprio estilo. E eu, com a leitura de grandes mestres, gosto de dialogar com o meu leitor – e você sabe quais os mestres que tivemos no passado que faziam assim? – pelo menos um: pense!
Um salto no tempo. As viagens ao Sul – e quando puder (creio que em breve), quero novamente voltar às belíssimas praias do Paraná e de Santa Catarina – Florianópolis me aguarda. Praias e mais praias... Praia da Joaquina. Praia dos Amores... E o mar a balançar suas ondas... Embalados em tudo fico eu...
O tempo passa.  A vida faz muitas coisas mudarem – e nem sempre é o que esperamos. Mas, das muitas coisas que a vida proporciona, as escolhas são nossas – e nem sempre conseguimos escolher a melhor parte. Mas, uma coisa é certa: podemos rever muitas situações e não fazê-las novamente. Sempre há um recomeço e, de preferência, de forma diferente.
Hoje, pelos caminhos que a vida me proporcionou, pelas escolhas que fiz a partir do que ela me proporcionou, dou graças a Deus por ter me guardado dos muitos perigos que já passei. Sou grato a Deus pelos filhos que me deu (e peço a Ele que os guarde – idade chegando...); e sou grato a Deus pela esposa: a minha Lorita, que foi uma doce paixão que se tornou num grande amor em minha vida.
E assim, todos estes itens somados, formam a minha vida. E deles nada levarei, mas a partir deles posso deixar um legado para os meus – principalmente para os meus poucos leitores, que costumo dizer não passar de meia dúzia. Mas, como também ouvi: e vamos continuar continuando. 06/01/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES   

 

 

OLHAR E ESCREVER

Não sei o motivo, a razão, mas as circunstâncias não eram as mais favoráveis, porque quem de longe olhava notava o que acontecia.
Aqui, bem próximo, ela discutia com ele. Roupas claras, cabelos avermelhados, colar no pescoço e deste pendiam três pimentinhas que ficavam à mostra. Ele de terno branco, gravata-borboleta preta e, nas mãos, rosas vermelhas. Discutiam.
Quem os via, via além deles lá longe, num campo aberto, um redemoinho que levava tudo – inclusive as rosas que, minutos depois, estariam ao chão. 09/06/2014, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES

 

NO OLHO DA RUA

O trânsito parou – ele estava próximo do meio da rua, próximo do cruzamento, próximo das faixas de pedestres. Estava imóvel, de mãos nos bolsos da calça.
O tempo estava meio frio. Deixava-o meio abalado, somado aos últimos acontecimentos: tudo meio parado.
Olhava-se interiormente e começava a entender o que significava estar no meio da rua, depois de anos e anos de trabalho no mesmo lugar.
Pedia-se evolução. Negava-se a enquadrar nos meios. Logo, o resultado. 12/06/2014, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES

LITERATURA

 

Os vídeos a seguir, disponível na net - YouTube -, são boas indicações de estudos.

Profª Edna Prado - Literatura.

 

Os vídeos a seguir, disponível na net - YouTube -, são boas indicações de estudos.

Profª Sandra Franco - Redação.

 

 

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