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1908 - 2014 = 106 ANOS

 

 

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"ESCREVER... É ARTE"

CRÔNICAS PUBL. EM 2014

CRÔNICAS PUBL. EM 2013

CRÔNICAS PUBL. EM 2012

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LEIA: UMA LOCOMOTIVA...

 

LER EXERCITA O CÉREBRO!

RECANTO DAS LETRAS

Textos de Pedro César Alves

.

Pedro César Alves,

Cadeira 199 (desde2002)

 

 

RELÓGIO DE PÊNDULO

Click na imagem acima e leia: "RELÓGIO DE PÊNDULO", premiado no 26º Concurso de Contos 'Cidade de Araçatuba' / 2013.

 

 

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RECONHECIMENTO

TROFÉU ODETTE COSTA - 2011

Troféu 'Odette Costa - 2011'

- por 'Divulgação Cultural'

 

VOTO DE APLAUSO

No dia 13/02/2012, às 19h, na Câmara dos Vereadores, em Araçatuba, recebi 'Voto de Aplausos', indicado pelo Vereador Prof. Cláudio, e subscrito pelos onze vereadores - pelos relevantes serviços prestados junto à comunidade, através do Programa Escola da Família e 1º CulturArte/2011, na EE "Dr. Clóvis de Arruda Campos" - Paraisão.

 

REVISTA

Revista 'Plural', da Academia Araçatubense de Letras, 20 anos, 2012.

Participação do prof. Pedro César Alves, p.125 e 126.

Texto:

"Caminhar faz crescer"

 

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"Se existir guerra, que seja de travesseiro; se for pra prender, que seja o cabelo; se existir fome, que seja de amor; se for pra atirar, que seja o pau no gato-t-ó-tó; se for para esquentar, que seja o sol; se for para atacar, que seja pela pontas; se for para enganar, que seja o estômago; se for para armar, que arme um circo; se for para chorar, que seja de alegria; se for para assaltar, que seja a geladeira; se for para mentir, que seja a idade; se for para algemar, que se algeme na cama; se for para roubar, que seja um beijo; se for para afogar, afogue o ganso; se for para perder, que seja o medo; se for para brigar, que briguem as aranhas; se for para doer, que doa a saudade; se for para cair, que caia na gandaia; se for para morrer, que morra de amores; se for para violar, que viole um pinho; se for para tomar, que tome um vinho; se for para queimar, que queime um fumo; se for para garfar, que garfe um macarrone; se for para enforcar, que enforque a aula; se for para ser feliz, que seja o tempo todo; se for pra cheirar que seja a flor; se for pra fumar que seja a cobra; se for pra picar que seja a mula.” - enviado por Carlito Lima.

 

 

 

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FOLHETIM Nº 24

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JANEIRO - 2015

HOJE E OS TEMPOS QUE SE FORAM

OUÇA EM

Outro dia na Igreja foi pregado que devemos ter memória. Com valor expressivo na memória positiva. Nela, as lembranças positivas nos impulsionam a querer ir mais longe. E assim, hoje, antes de começar a fazer algumas coisas na vida (férias é bom por causa disso), abri o facebook e vi fotos maravilhosas, de lugares maravilhosos. E o tempo foi passando.
Voltei ao tempo que se foi. Voltei ao tempo que estudava... Voltei nas maluquices que fazia (hoje um pouco menos). Aos sete anos, de ‘jaleco’ branco comecei a estudar – e nunca mais parei! Aos catorze anos a trabalhar (e registrado – tanto que em junho deste ano terei trinta anos de contribuição previdenciária: apenas três meses perdido e sem nunca ter recebido um salário desemprego, graças a Deus). Meu Deus! Completei quarenta e quatro anos neste último mês!
Aos vinte anos dentro de uma sala de aula e nunca mais parei – trabalho e divirto-me fazendo o que gosto: lecionar (redes pública e particular). E, para me divertir mais ainda: escrever – escrever é um bom passatempo. Escrever é criar, inventar, viajar. Escrever é transformar a realidade, ou, passá-la para o papel com outro olhar. Escrever é superação. E, para aperfeiçoar tal divertimento, nada melhor que – após formado, passar mais alguns anos em Assis (UNESP) – que me deu uma boa bagagem na área de produção textual. Mas vale ressaltar que, com os tempos passando, com a idade chegando – amadurecimento, vamos criando o nosso próprio estilo. E eu, com a leitura de grandes mestres, gosto de dialogar com o meu leitor – e você sabe quais os mestres que tivemos no passado que faziam assim? – pelo menos um: pense!
Um salto no tempo. As viagens ao Sul – e quando puder (creio que em breve), quero novamente voltar às belíssimas praias do Paraná e de Santa Catarina – Florianópolis me aguarda. Praias e mais praias... Praia da Joaquina. Praia dos Amores... E o mar a balançar suas ondas... Embalados em tudo fico eu...
O tempo passa.  A vida faz muitas coisas mudarem – e nem sempre é o que esperamos. Mas, das muitas coisas que a vida proporciona, as escolhas são nossas – e nem sempre conseguimos escolher a melhor parte. Mas, uma coisa é certa: podemos rever muitas situações e não fazê-las novamente. Sempre há um recomeço e, de preferência, de forma diferente.
Hoje, pelos caminhos que a vida me proporcionou, pelas escolhas que fiz a partir do que ela me proporcionou, dou graças a Deus por ter me guardado dos muitos perigos que já passei. Sou grato a Deus pelos filhos que me deu (e peço a Ele que os guarde – idade chegando...); e sou grato a Deus pela esposa: a minha Lorita, que foi uma doce paixão que se tornou num grande amor em minha vida.
E assim, todos estes itens somados, formam a minha vida. E deles nada levarei, mas a partir deles posso deixar um legado para os meus – principalmente para os meus poucos leitores, que costumo dizer não passar de meia dúzia. Mas, como também ouvi: e vamos continuar continuando. 06/01/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES   

 

NAVEGANDO PELO MUNDO DAS LETRAS

Hoje, caro leitor, se você acordou cedo – ainda dá tempo: na Biblioteca Municipal ‘Rubens do Amaral’, a partir das nove horas, os escritores e amantes da Literatura estão reunidos para colocarem em prática o que mais gostam de fazer: falar sobre a arte literária.
O tema da reunião – palestra de hoje é: ‘De leitor a navegador’, proferida pelo escritor e secretário de cultura, professor Hélio Consolaro. O tema fará parte da Jornada de Literatura em Araçatuba, em setembro. E, pensando no que escrever na coluna de hoje, e apoiado em leituras que sempre estamos a fazer, colocarei o meu ponto de vista sobre o assunto.
Antes de prosseguir o assunto, gostaria de deixar aqui o registro de que todo último sábado do mês, na Biblioteca Pública Municipal ‘Rubens do Amaral’, no Espaço do Escritor, há encontro de escritores e as palestras são maravilhosas, de conteúdo prazeroso – como a que tivemos em janeiro com o professor Dr. Tito Damazo, que abordou o poema ‘Rios sem discurso’, de João Cabral de melo Neto – e vale ressaltar que o espaço é aberto ao público – gratuito. 
Retomando o meu pensar, somos leitores – e desde sempre. Ou seja, desde que nos conhecemos como tal que somos, fazemos leituras. Começamos a ler o que está a nossa volta, e depois o nosso mundo vai crescendo, descobrindo novos horizontes, passando também a conhecer e dominar as letras. E o nosso mundo não para de crescer, não paramos de ler – até que os nossos olhos se fechem para sempre.
E de leitor que somos, passamos rapidamente à tecnologia. De leitor a navegador. De leitor a viajante do espaço cibernético – e nele podemos nos achar, mas também podemos nos perder. São muitas informações, mas muitas mesmo. Gilberto Gil, na canção ‘Pela Internet’, mostra bem como tudo isso funciona: ‘(...) Que veleje nesse infomar / Que aproveite a vazante da infomaré // Eu quero entrar na rede / Promover um debate / Juntar via internet / Um grupo de tietes de Connecticut...’. E ai está: na rede se pode fazer tudo, basta ao leitor-navegador fazer a escolha correta (o que nem sempre acontece, principalmente com os jovens).
A rede está pronta para ser usada – num click a informação chega, e com múltiplas escolhas. Se pensarmos na evolução que passamos nas três últimas décadas, creio que foi maior que muitos séculos juntos. Mas, como se diz, para chegarmos onde estamos, tivemos que trilhar um longo caminho... Passamos pela Idade da Pedra, depois os primeiros rabiscos em pergaminhos, a invenção do tipo móvel – a prensa (que gerou uma maior circulação de informações), os livros, as tão famosas enciclopédias; os tabloides, as revistas; os primeiros sites, os blogs – e sua atual proliferação destes, as revistas eletrônicas. Informações a mais informações neste ‘infomar’. Mar, vasto mar, quanto de suas informações são noites perdidas de sonos e mães mandando seus filhos para a cama – mas teimaram em permanecer e encher de ‘sugestões’ o mar que muitas vezes fica congestionado, perigoso...
E assim, o leitor-navegador vai se enchendo, se enchendo, até que uma hora as informações poderão ultrapassar a medida correta, e ai vem a pergunta: o que fazer? Como proceder? Apesar de pensarmos que informação nunca é demais, em algum momento este mundo poderá desabar – principalmente quando usado de maneira errônea. Saídas? Não sei se há, mas o melhor ainda a se fazer é vigiar, pois vigiando tudo fica dentro dos limites que o ser humano pode carregar. Nem mais, nem menos, mas a medida exata quando usada corretamente. Ler alimenta o espírito para a execução de boas ações. Pense sobre e navegue em informações que te levem a um patamar de gloriosas revelações – as letras no sentido mais amplo e literário possível! 28/02/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES  

 

E BRASIL COMEÇA...

Passamos para o outro lado da história anual do Brasil, da página que podemos chamar de ‘pós carnaval’ – que todos sabemos que é uma festa muito popular. Este se foi e agora os negócios são retomados. Dizem, mas na verdade sabemos que não é bem assim: as coisas já caminham há algum tempinho. Caso contrário, estaríamos na pior – aliás, um pouco mais.
Falando em começar, em o Brasil começar, nós brasileiros temos que (re) pensar sobre o que está acontecendo com a nossa nação. Há rumores e mais rumores, mas até que ponto existe algo de concreto pelo que se andam falando, pelo que se pretende fazer? Não é a maioria, pelo contrário, uma pequena parcela que, significativamente, pode desestabilizar a nação.
Fico a pensar, e politicamente falando, até onde existe a verdade, ou pelo menos um fio de verdade, uma sombra de verdade em tudo que se prega? Pacificamente somos uma nação. E, como povo brasileiro: somos sossegados natureza, ou ‘quase’. Mas há muito tempo não ouvimos falar de uma representação civil de peso e que tome o ‘seu lugar’ para providências necessárias – se é assim que podemos dizer, ou pensar.
Verdadeiramente o Brasil não para. Nós, brasileiros, somos um povo de caráter – embora de maus políticos, de maus governantes – claro que não se pode generalizar. Temos e já tivemos bons governantes – raros, mas não podemos negar (e melhor nem nome citar – nem bons nem ruins, pois cada um tem o seu mérito de governabilidade). Lembro-me, agora, de um nome que marcou as letras e a política brasileira: Graciliano Ramos.
O grande mestre da literatura – Graciliano Ramos, foi prefeito da cidade de Palmeira dos Índios e no relatório de mil novecentos e vinte e nove foi além das expectativas – conseguiu arrecadar quarenta por cento a mais do previsto, e sem muitos exageros: apenas cortando as mordomias existentes antes, cobrando impostos justos.
E, soma-se a isto – como diz o mestre acima citado: “...o dinheiro é do povo”. Basta ter bons companheiros para fazer o emprego correto do que é do povo. Vigiar – eis a resposta correta. Assim, pensando diferentemente, Palmeira dos Índios teve sucesso. O final é algo de se pensar. É algo de se vigiar – é algo de se espelhar.
E o nosso Brasil? Palmeira dos Índios faz parte do Brasil – é real. Está realmente na hora de se pensar como pensou e agiu Graciliano Ramos na cidade em que governou. Somos uma república rica, mas ao mesmo tempo pobre – com concentração financeira nas mãos de poucos – e estes só pensam nas pessoas que estão em volta, nada mais!
Pense em termos de Brasil – o que fazer? Como mudar a situação? Como mudar determinadas senhores que estão no poder há décadas? Que passam de geração em geração – pior que as tais Capitanias Hereditárias! E o povo a sofrer, a receber míseros salários – migalhas que caem da mesa de seu senhor, como diz determinadas partes das Sagradas Letras. Até quando?
Já que o Brasil tende a começar, que tal começar a pensar diferente sobre Educação, Saúde, Moradia, Trabalho? São coisas que, segundo a Constituição Federal, é direito do povo. Mas, onde os direitos do povo se escondem? Ou, onde estão a escondê-los? Eis a questão, prezado leitor. Eis a questão! 21/02/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES  

 

CHUVA PASSAGEIRA

Esta semana, durante a madrugada de quinta-feira, choveu muito em minha casa – nas outras casas não posso confirmar o mesmo – mas creio que também choveu, e os trovões eram altos, relâmpagos por toda parte e eu com a enorme vontade de levantar da cama e correr pelo quintal. Tomar um demorado banho de chuva, da tão falada chuva, que enorme falta nos faz – principalmente nos dias quentes.
Não demorei muito a ter tal desejo realizado. Acordei pela manhã e fui trabalhar. O dia passou calmamente, sem grandes novidades, apenas muito quente. Retornei por volta de dezessete e trinta e logo o tempo, como dizem, fechou. As nuvens foram se mostrando carregadas, negras, e água começou a cair. Muita água mesmo. Chuva! Densa chuva! Bendita chuva! Não resisti: corri para o quintal e tomei banho de chuva! Delícia! Mas logo passou...
Assim são os acontecimentos em nossa vida – são passageiros. Tudo muda. A vida muda. Nós mudamos. Aliás, precisamos mudar – o mundo está em constante mudança. Digo, a humanidade faz o mundo estar em constante mudança. Temos que acompanhar, ou ficamos na lanterna. Na lanterna ninguém gosta de ficar. Sempre queremos o melhor: a vitória.
Colocamos culpa em tudo, exceto – ou poucas vezes – em nós. Temos uma boa parcela de culpa nos acontecimentos que nos cercam, e temos que ter a dignidade de saber disso. Por outro lado, não podemos aceitar tudo o que acontece, e do jeito que acontece. Se estivermos sempre dizendo sim aos fatos que nos cercam, provavelmente seremos escravos dos outros.
O meio termo pode explicar. Não há o que esconder – somos todos seres humanos e cheios de acertos e erros, por isso o meio termo explica satisfatoriamente a nossa vida. Mas nem sempre quem está ao nosso lado enxerga isso – acham que só estamos olhando para o nosso umbigo, como diz o ditado popular. Por isso temos que lutar pelo que queremos, caso contrário, seremos eternamente servos dos desejos dos outros.
O homem – como ser pensante, não aceita determinadas situações. Faz até certo ponto, depois simplesmente diz: basta! E dali para frente todas as coisas passam a tomar outros rumos. E estes rumos, por exemplo, podem ser interpretados pelos outros como mudanças radicais. Mas há uma regra básica que, às vezes, esquecem: para uma ação há uma reação; toda ação existe reação. É a lei do homem pelo próprio homem, pelo menos entendo assim.
E não adianta discutir, pois é simples: temos certo grau de tolerância sobre o que queremos – e fazemos por tê-las – ou seja, também fazemos a nossa parte (mesmo que o outro não concorde que fizemos – porém, temos a consciência de que fizemos). Discutimos muitas vezes sobre o assunto, mas de repente tomamos uma posição: deixamos de fazer determinadas coisas que o outro gostaria que fizéssemos – e aí o círculo está fechado. Plenamente fechado.
Começam as cobranças que, por sua vez, não levam a nada. As partes estão plenamente desgastadas, rompidas parcialmente. O que fazer? Eis a questão: o que fazer? Simples, pelo menos do meu ponto de vista deste que vos escreve: cada uma das partes envolvidas olhar para si e procurar em si saídas que venham satisfazer ambas as partes envolvidas – pois pode ser como a chuva: passageira. Não sabemos quando a chuva vem, porém sabemos que ela vem – assim é a vida: sabemos que temos altos e baixos, e que são passageiros. 14/02/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES  

 

AS MÍNIMAS COISAS

É muito interessante quando se pensa nas coisas – no efeito que elas causam. Há coisas mínimas que causam efeitos gigantescos – e o inverso também. Mas, como muitos dizem, nas menores coisas se pode achar grandes coisas.
Quando se observa a natureza, cada coisa em seu lugar, nota-se que a perfeição existe. Pequenas flores que exalam perfumes que nenhum perfumista chegou aos pés. Misturam-se todas as químicas que se tem notícia e nada de ser tão perfeito quanto a natureza: é o esplendor do Ser Maior aqui na terra junto ao homem.
Às vezes, por descuido, comentamos certas coisas – são mínimas, e podem causar furor, tristeza, aborrecimento, entre outras características presentes no ser humano que não o faz crescer. Ainda, podemos ferir o coração do outro, outra – de nossos familiares. E sem sempre fazemos porque queremos.
Somos, sim, pessoas que premeditamos muitas coisas – grandes e pequenas, e não pensamos necessariamente no outro. E, assim sendo, criamos a partir de pequenas coisas possíveis inimizades. Criamos até atritos que perduram por longo tempo. Somos humanos e, a partir do momento que abriram a caixinha de Pandora, estamos aqui neste caos.
Mas, as mínimas coisas também nos alegram – e muitas passam por nós sem a percebermos. E, quando vamos notar, já se foi. É um amigo que partiu e não dedicamos tempo a ele (às vezes nem nos despedimos). É um ser de nossa família que nos pede atenção, o ombro amigo para repousar alguns minutos – nós não fomos instruídos a ouvir (pouco tempo usamos em ouvir).
E a vida vai passando – e aqueles que têm a graça de vivê-la em sua grande plenitude, por longos anos, descobre tais fatos com o decorrer dos anos. Creio que deveríamos nascer com muitas coisas já prontas – mas não é assim. Nascemos totalmente originais e, ao término de nossos dias, somos verdadeiras cópias do que a sociedade capitalista nos impõe. Por isso, às vezes penso, que antes de nos cobrirmos com roupas, éramos mais felizes.
A tecnologia descoberta pelo homem – inventada pelo homem, fê-lo um escravo! Escravo de tantas peripécias que poderíamos viver sem. Mas, por mais que pensamos o contrário, já faz parte de nós. Já faz parte do nosso cotidiano – querendo ou não. E o que fazer para mudar? Creio que deveríamos experimentar mais, e sem ouvir necessariamente o que a sociedade pensa.
Deveríamos olhar para as pequenas coisas. Olharmos, por exemplo, para as flores – como disse Jesus Cristo: “Olhai os lírios do campo, como crescem; não trabalham, nem fiam; e, no entanto, vos digo que nem Salomão em toda a sua glória se vestiu jamais como um deles”. Magnífico! E, ao olharmos os lírios, sentimos-nos verdadeiramente pobres! Verdadeiramente pobres de espírito, pois não sabemos apreciar a maravilha da natureza.
E, se fixarmos o nosso olhar para as pequenas coisas, dando o valor necessário a elas, crescemos em graça, em espírito, em sabedoria. A vida é rápida – muito rápida! Basta pensar o que é setenta anos ao pé da eternidade... Simplesmente um sopro nas narinas que, em breve, não existirá mais. Do pó fomos feito, ao pó retornaremos. E, cultivando as pequenas coisas, alcançaremos as grandes coisas – por exemplo: o galardão dos justos junto ao Pai Celestial. 07/02/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES  

 

À MODA ANTIGA

Há muitas coisas que podemos falar sobre fazer à moda antiga – mas nem todos compreendem que, às vezes, é necessário fazer para saber que gostinho que se tinha quando se fazia àquela maneira. E uma delas que cito hoje – entre tantas que se tem – é escrever cartas. Papel e caneta na mão e sonhar...
Escrever cartas está há anos ultrapassada (substituídas por e-mails, facebook, mensagens instantâneas, e outras tecnologias que vão surgindo constantemente) – mas ainda há entusiastas que, por razões várias, escrevem. Há clubes de cartas (os clubes de correspondências). Sair de casa e dirigir-se à agência dos correios, com toda a modernidade que se tem, passa a ser algo fascinante! Algo que os jovens de hoje desconhecem tamanha sensação.
O mais fascinante é a espera. A espera cria uma expectativa enorme: o que será que vem ao meu encontro? Vai demorar? Além da folha escrita, virá algum presentinho? Um cartão-postal, por exemplo; ou um livro; ou um desenho pintado à mão – uma verdadeira obra de arte! São tantas perguntas que, ao ouvir o carteiro deixar uma correspondência na caixinha dos correios, corre para lá na tentativa de satisfazer a curiosidade.
E nem sempre é a carta esperada – pode ser, por exemplo, a chegada da fatura do cartão de crédito: verdadeira decepção – acréscimo nas contas a pagar. Acréscimo de preocupações: gastou-se muito e não há verba suficiente no orçamento para a quitação do mesmo – e prováveis noites de falta de sono poderão ocorrer. Certas escolhas podem causar dor, desconforto, preocupação. Pensar antes é a melhor solução, ainda.
Mas também pode ser a tão esperada carta – uma correspondência, por exemplo, de uma terra distante, de uma pessoa que não se conhece (que passará a conhecer). E, pode parecer que não, mas o envelope quase sem peso passa a queimar em mãos: procurar um lugar aconchegante para abrir e tentar engolir linha a linha as palavras ali contidas. Ou, pode ser um envelope um pouquinho mais pesado e conter surpresas.
São histórias e mais histórias. Descrições de lugares fantásticos – digo assim, pois cada um tem uma visão de onde vive e a descreve com sensações maravilhosas. E o leitor, quem recebe a carta, fica imaginando os lugares através das palavras ali escritas – palavras carregadas. É um pequeno livro aberto para viajar. Digo isso porque certa época de minha vida fazia correspondência com ‘international friends’ e, ao receber as cartas – e muitas acompanhadas com cartões-postais, viajava por lugares que, dificilmente, um dia pisarei os meus pés.
E, fechando estas linhas, deixo aqui o registro que escrever cartas também pode ser um meio de expor determinados sentimentos que, provavelmente, para pessoas conhecidas não deixaria transparecer. Escrever cartas é um meio de conhecer pessoas e fazer novas amizades – mesmo que nunca venham a se conhecer pessoalmente; de vivenciar determinados lugares, e de até conhecer histórias que os livros não trazem. 
Então, acesse a internet e procure sites, blogs (por exemplo: TROCA DE CARTAS), que promovem este tipo de intercâmbio. É interessante e, ao mesmo tempo, está exercendo algo que o ser humano aprendeu há muito tempo: a escrita. E, mesmo que contenha erros, escrever é sair do real e ir ao imaginário. 31/01/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES  

 

PAI, O SER MAIOR

O mundo gira, nós giramos juntos, portanto estamos firmes no Ser Maior – no Pai Celestial, o Criador de tudo. Ele nos dá a firmeza que precisamos – basta crermos. E, pensando assim fazemos comparações com o mundo que nos cerca, com as coisas que acontecem por aqui. E não adianta pensar diferente – as comparações são inevitáveis.
Deus, o Ser Maior, criou tudo que há neste mundo e cada um com a sua função. Criou a parte vegetal – e dela aproveitamos muitas coisas, tanto para a alimentação, como para a saúde (as ervas medicinais), como para a ornamentação. Criou o mundo animal e dele, assim como no vegetal, aproveitamos uma boa parte para a nossa alimentação, para a nossa companhia, para o encanto dos nossos olhos e ouvidos.
E entre os que possuem carne, criou o homem à sua imagem e semelhança – mas a este deu sabedoria, inteligência (e que muitas vezes não é usada para o lado bom): e somente ao homem deu o poder de saber que um dia passará desta vida terrena para outra vida – espiritual (e há muitos filmes que, a partir da imaginação de seus criadores, mostram esta possível realidade – digo possível porque ninguém voltou para responder o que há do outro lado da vida – pelo menos é o que eu creio). E, seguindo esta linha de pensamento, sabemos da morte, mas não a queremos por perto.
Falando nela – apenas uma escapadinha da originalidade do texto – nota-se que em sua passagem, assim como no nascimento, traz consigo flores. Estranho, mas possivelmente uma forma agradável de saudar tanto a chegada como a partida – a passagem por este planeta. E, falando em flores, digo com plena convicção: o espetáculo da vida. Constitui o renascer constante da vida – o embelezamento da mesma. 
Voltando ao Pai Celestial temos a ideia do pai material. Como é bom poder sentir-se pai! Os problemas aparecem – não há como escapar deles, mas no final vale a pena ser pai. Viver intensos momentos de pai. Vale a pena – mesmo sabendo que pode ser um pai Severino, viver o pai Severino. Pai – palavra doce, assim como se pronuncia mãe! Ambas possuem uma visão diferenciada no reino das palavras.
Os filhos provocam os pais – mas lá no fundo há a consciência de que ser pai é um privilégio que a raça humana tem. Os outros animais acompanham os seus filhotes por um determinado tempo de vida; o homem tem a capacidade de estar por muitos anos ao lado dos filhos, de ser chamado de pai, de avô, de bisavô (alguns alcançam essa graça).
Viver o papel de pai aqui na Terra é um dom que somente ‘vivendo’ para saber. Faz-se necessário pensar muitas vezes sobre esta responsabilidade dada ao Homem pelo Ser Maior – a missão de orientar o ser que um dia também poderá ser pai. É sabido que em muitos casos há desentendimentos familiares, separações, mas os filhos não podem ser atingidos. Mesmo que um pouco distante por razões citadas anteriormente, o papel de pai é importante na vida de um ser em desenvolvimento.
Dentro dos muros escolares percebe-se muito esta situação – refiro-me sempre à escola por lá estar inserido há quase vinte e cinco anos! Como o tempo passa! E que digam os espelhos! Às vezes um pouco pior: pai dentro de casa, mas sem atitude. E nota-se também o contrário: pai um pouco afastado do convívio do dia a dia, mas ‘presente’ na vida dos filhos. Creio que tudo é uma questão de olhar a vida pelos vários prismas que ela oferece.
E quero fechar este texto citando que por mais que pensamos porque determinadas coisas acontecem conosco – e que nunca chegamos a uma conclusão – creio que acontecem porque deveriam acontecer: nem sempre o livre arbítrio funciona – penso eu que ser pai é um momento mágico da vida. E aqui registro um convite aos pais: vamos viver intensamente os momentos mágicos que a vida proporciona em sermos pai! 24/01/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES                  

 

CONVERSA FIADA ENTRE LIVROS

Muitos já devem ter imaginado, sonhado, e até vivido um belíssima tarde entre livros – nada melhor que a biblioteca. Um lugar recheado de todos os tipos de textos, desde o mais simples até o mais complexo. Dos mais diversos autores saem as mais geniosas ideias. E por isso o caminho é longo, lento e muito prazeroso.
Outro dia fui à biblioteca municipal ‘Rubens do Amaral’ e passei lá algumas horas – perdido entre livros e entre amigos. Conversa fiada sendo fiada. Passando por livros, autores internacionais, nacionais, regionais, e locais sendo transformados (se transformando em personagens), heterônimos e mais heterônimos – e eu no caminho para casa a pensar sobre tudo.
O que seria o mundo sem os livros? Que pergunta! Creio que seria um verdadeiro caos – pois estaríamos sem registros, sem saber o que os outros pensam. Sem saber o que os outros imaginam – e a imaginação é o que faz viajar. Entre livros se viaja mais. Creio que as pessoas que trabalham entre livros são muito felizes, ainda mais se houver nelas interesse por livros.
E a conversa fiada rodou por vários campos – e um deles foi a situação da própria biblioteca. Particularmente sou um sócio ativo e bem antigo. Tão antigo que a minha numeração de uso (cadastro) é antes do número mil. Outro dia fiquei até assustado com a foto que lá consta: eu era tão jovem, menos da metade de hoje – por assim dizer. Realmente o tempo voa – e não continuamos numa boa, pois os problemas começam a aparecer.
A biblioteca está num lugar ‘impróprio’ – sabemos disso, mas aos poucos está sendo melhorada – pois pode apenas ser usada verba municipal. E refiro-me aqui a dois fatores: situação predial e situação arquivo. Na primeira notamos melhorias: biblioteca em breve estará climatizada – ufa! É uma conquista merecida, pois os frequentadores merecem tendo em vista o calor que a nossa cidade passa. A segunda – situação arquivo: notamos uma melhoria significativa, está deixando ainda um pouco a desejar, mas num país que pouco valor se dá ao livro, temos progredido significativamente.
E, neste espaço delicioso, os personagens se multiplicam em nossa cabeça. Os funcionários comentam os autores que por lá passam – e dos mais variados. E fico eu a imaginar – principalmente os araçatubenses: um mais estranho que o outro, a começar por este que escreve estas linhas. Mas a diversificação é a motivação de eu, por exemplo, estar naquele lugar. E lá tem um cantinho especial: o Espaço do Escritor.   
Quando uso a palavra ‘estranho’ é no sentido de diferente – não me interprete mal, escritor araçatubense. Se eu pudesse... Se eu pudesse faria uma pesquisa e caracterizaria cada um deles com suas estranhezas que encontramos em seus textos... E nele o leitor viaja para lugares distantes – como o passado que estava logo ali.
Falta-me tempo para colocar em prática tudo que desejo, mas é um desafio que neste texto coloco: buscar uma estranheza de cada autor e um dia publicar nos relatórios do meu site. Eu, por vezes, já fiquei pensando nas minhas estranhezas – e creio que muitos também já pensaram nas estranhezas que tenho. É quase natural essa ideia de imagina as estranhezas que os outros têm. E assim, de conversa fiada a conversa fiada, fui fiando o texto que acabo aqui. 17/01/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES   

 

LIBERDADE TÃO SONHADA!

Ao ligar a televisão, desde quarta-feira, um dos assuntos mais falado é a liberdade – liberdade de expressão. Nada mais justo, não só pelo fato acontecido (o atentado terrorista ao jornal francês Charlie Hebdo que levou à morte doze pessoas, e onze ficaram feridas), mas também por se tratar das poucas coisas que ainda continuamos sonhando: liberdade!
Digo assim pelo simples fato de sempre pregarmos tal assunto, mas poucos realmente lutam por ela. E a começar por nós mesmos, estamos certo que erramos em muitos itens: policiamos-nos o tempo todo e sonhamos com liberdade. Até concordo, em parte, de nos policiarmos, mas quando fazemos assim, estamos claramente tirando a nossa tão sonhada liberdade. E usamos a frase que a nossa liberdade vai até o começo da liberdade do outro.
O atentado terrorista na França dá um panorama bem claro desta tão sonhada liberdade de expressão. Queremos, lutamos – mas volto e repito: poucos! Alguns se escondem, em seus textos, em seus discursos, em suas charges e por meio de parábolas falam das coisas e lá na frente vão dizer: eu já falei sobre este assunto, mas deu pouca visibilidade. De que adianta? Com certeza a resposta é uma só – de nada adiantou, ou: surgiu pouco efeito.
Vale dizer que poucos têm a coragem de mostrar realmente a que vieram, porque estão ali, porque escrevem daquela maneira, porque pronunciam daquela maneira, ou – como os citados acima que deixaram ao mundo suas charges bem compreensivas e estas causaram revolta e indignação. Sabiam do risco que corriam (tinham até acompanhamento policial), mas perseveraram fazendo o que tinham em mente. Não foram as ameaças que os calaram, mas as ameaças estão fazendo com que sejam lembrados – e para sempre.
Saindo um pouco da tão sonhada liberdade de expressão, temos a nossa própria liberdade que, para não infringir a do outro, muitas vezes paramos no meio do caminho – e não adianta dizer como o poeta: que tinha uma pedra no meio do caminho, pois em outras partes estão escritas que as pedras são colocadas por dois motivos – vou citar apenas dois, mas creio que devem ter mais: para provar a nossa fé, a nossa paciência e para provar se somos capazes de – duas opções: ou tentar removê-la, ou transpô-la. O importante é ir adiante, sempre.
O terrorismo não vai fazer o mundo se calar. Pelo contrário, os homens e mulheres de bem vão abrir a boca e sair atrás dos culpados. Justiça seja feita. É preciso fazer justiça pela Justiça, pois esta foi dada a partir das mãos Divinas. Assim como as outras ciências, todas estão aqui a mando Divino e sendo usada a favor dos homens, apesar de alguns não entenderem perfeitamente como tudo isso funciona.
E, para encerrar este assunto, outro dia, num círculo de pessoas que gostam de escrever, ouvi alguns reclamarem que determinados textos haviam sido recusados por determinados veículos de comunicação – fiquei pensando: até certa parte, como citei acima, é normal – pois prezam pelos seus leitores, olham as religiões e os bons costumes (exagerou, corta!) e se acharem ruim, que produzam o seu próprio jornal. E a tal liberdade de expressão vai por rio abaixo – o que vale, caro leitor, é ter uma boa ‘aparência’ perante os leitores. 10/01/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES 

 

DISCURSOS E AÇÕES COMPROMETIMENTO

No primeiro dia do ano, às quinze horas, diante da televisão, fiquei a pensar: precisamos passar dos belos discursos a ações mais eficazes. E assim o Brasil, nós brasileiros, estamos sempre a ouvir os discursos políticos, os discursos empresariais, os discursos religiosos, os discursos familiares – e então, depois de ouvir tudo, o que fazemos?
Fazemos sim, mas é tão pouco! E não digo apenas pelas ações governamentais, empresariais, religiosas, familiares – mas a postura pessoal que tomamos. Ou, que deixamos de tomar e, somente horas, dias, semanas, meses, anos depois que lembramos e concluímos que deveríamos fazer diferente. E, vou dizer assim: já é um bom começo, mas longe do necessário.
Voltando ao discurso de posse do segundo mandato da presidenta reeleita Dilma Roussef – que foram quarenta e três minutos (pouquinho mais, pouquinho menos) – algumas coisas foram plenamente satisfatórias, outras ficaram a desejar (a exemplo de qualquer governo): são coisas que todo ser pensante sabe. Aliás, todo governante também sabe. Poucos procuram chegar perto das grandes realizações (e diga-se que o governante não governa sozinho – e jogam a culpa nos que estão ao lado: parlamentares e, principalmente, na oposição – e vice-versa). Ah! É política – ou, melhor dizendo, a politicagem que não deveria existir é perversa. Então destaco a fala, que será lema de seu segundo mandato: “Brasil, pátria educadora”.
Muito bem bolada a frase – e então, e as ações? Pensar em Educação é uma questão de obrigação dos governantes. Um povo instruído é um povo que sabe o que quer – um povo que não aceita uma pequena fatia dos dividendos, mas um povo que luta por pensamentos grandes. Pensar em Educação é dar dignidade aos que a fazem acontecer: aos mestres – indiferente do grau que exerçam em sua função de educar. E dar dignidade significa: formação profissional adequada, salários adequados, prédios adequados, materiais a serem usados adequados. Não simplesmente dizer que teremos uma escola de Tempo Integral – por exemplo, mas se não temos como desenvolvê-la satisfatoriamente – não queremos deixar tudo muito bonito no papel, queremos ações que funcionem.
Não quero me estender muito, então deixo os leitores pensando sobre dois assuntos: ‘espaço físico e espaço pedagógico’. Então, senhores pais, sobre o primeiro assunto, questiono-os: estiveram em dezembro na escola de seu filho (refiro-me aos pais que possuem seus filhos em escolas públicas – municipal, estadual ou federal)? Pois bem, se foram, ótimo, pois ao retornarem com os seus filhos em dois de fevereiro para o ano letivo de 2015 poderão conferir se os nossos governantes estão, ou não, preocupados com o bem estar de nossos filhos – pois também tenho filha em escola pública e me preocupo com o bem estar dela e dos que lá estão, pois também estou neste espaço. Se não estiveram, falharam – deveriam ter ido e visto como os prédios estão (nem todos em bom estado de conservação) – mas ainda dá tempo de ir nesta semana e conferir em fevereiro. Pois não temos boas expectativas...
A segunda questão, o espaço pedagógico – refiro-me aqui a espaço pedagógico a tudo que envolve o ato de ensinar, que é outra situação problemática. Os governantes, através das equipes gestoras educacionais, tentam certas ações que dificultam o ato da aprendizagem. Às vezes penso que nunca entraram em uma sala de aula os que delegam certos tipos de ações...
Mas, fechando este texto, senhores pais e leitores, procurem atentar mais para o seu filho: ou seja, para o lugar em que seu filho está estudando (espaço físico) e para o que está aprendendo – e cobrem melhorias, pois somente nossas ações farão nossos governantes pensarem diferentes. E vamos continuar continuando a escrever e o leitor vai continuar continuando a ler – e esperamos que os governantes continuem  fazendo – e sempre mais! 03/01/2015, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES   

 

DEZEMBRO - 2014

REFLEXÃO - CONTINUAR CONTINUANDO...

Neste último sábado do ano venho propor uma reflexão sobre este ano que dentre em breve se findará. Uma reflexão sobre a vida; uma reflexão sobre o que fizemos durante o ano, dando passagem a um novo ano que, para muitos, pode significar mudanças – mas estas mudanças dependem de cada um, depende do querer de cada um. E querer é uma questão de perspectiva.
Fazer uma reflexão é o que muitos costumam fazer quando se fecha determinada época da vida – e nem sempre conseguem chegar a um acordo: um acordo entre ele e as reflexões que partiram da cabeça dele próprio. O ser humano é complexo, tão complexo que acaba, às vezes, não concordando com as suas próprias atitudes – algumas executadas sem serem pensadas (diga-se: boa parte delas). Então, o que fazer?
O que fazer é o assunto em questão. Sabemos que erramos, não queremos errar mais – e muitas vezes acabamos errando novamente. Uma boa explicação: não somos robôs, logo, não somos programados. Não sendo programados, erramos. O melhor a fazer é reconhecer o erro, saber pedir desculpas, evitar novos erros.
A reflexão leva o ser humano a pensar. A agir de forma mais cautelosa – apesar de que muitas vezes pregamos algo e fazemos totalmente diferente. Então, que tal começarmos a agir com maior cautela? Que tal começarmos a agir pensando no outro, na outra – nas pessoas que estão ao nosso lado? E sem esperar retorno.
Falando em retorno – o que sempre esperamos e que leva-nos a uma boa reflexão – muitas vezes nos damos mal com esta situação. E pelo simples fato de esperarmos que os que estão do outro lado sintam o mesmo que sentimos quando fazemos, e assim retribuam. Mas isso nem sempre acontece e a melhor situação é não esperar o retorno, ou simplesmente agir de forma diferenciada – explico: eu, por exemplo, ainda estou em fase de lapidação e, às vezes, fico chateado com as pessoas pelo simples fato de ter feito e não ter recebido à altura (isso do meu ponto de vista, que pode não ser o mesmo ponto de vista da outra pessoa – talvez a outra pessoa tenha pensado que fez à altura do recebido), então, decidi que vou parar de fazer algumas coisas. Não existirá cobrança – e o primeiro a cobrar de mim sou eu.
Com isso, alguns sentirão, poderão comentar, mas tenho uma resposta à altura: não estou cobrando nada, não me cobrem nada também. É uma saída que fiquei pensando nestes últimos dias: vou parar de cobrar as coisas, mas primeiro preciso parar de cobrar ao meu próprio eu. Decisão tomada – agora colocá-la em prática.
E assim cada um deve fazer a sua reflexão e tomar as decisões mais propícias para a sua vida, levando em consideração os que estão em volta: a família. Esta deve sempre estar em primeiro lugar, independente das situações adversas que possam estar acontecendo, pois na hora do apuro poucos amigos aparecerão, mas a família permanece – há um vínculo que faz o ser humano caminhar e pensar de forma diferente.
Encerrando o texto, encerrando mais um ano aqui neste espaço, desejo aos leitores felicidades e que continuem lendo. Continuem continuando – como ouvi há poucos dias em uma bela pregação. Vamos continuar continuando a escrever. E o leitor continuar continuando a ler... 27/12/2014, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES   

 

CASAR? EIS A QUESTÃO...

Neste sábado, entre 16 e 22 horas, na livraria Nobel, em Araçatuba (rua Cussy de Almeida, nº 1071) acontecerá o lançamento do livro ‘Casar! Contra quem?’, de Hélio Consolaro – professor, escritor, acadêmico e secretário de Cultura de Araçatuba.
A obra traz contos, crônicas e uma pequena novela em seis capítulos. E o mais legal que não se trata de uma obra de autoajuda, mas a realidade de encontros e desencontros que a vida a dois proporciona. Li a obra e a partir dela faço algumas reflexões – se vão gostar, ou não, é outro assunto. Mas vou dar os meus palpites sobre a vida a dois, sobre o que chamam de amor.
Apenas uma pequena atenção: os meus palpites não vão para os textos escritos pelo professor Consa, mas a partir deles passo a escrever o que penso sobre o assunto – ou seja, comentários apoiados nos textos do Consa.
Nada melhor que dizer que ‘o amor é feio / tem cara de vício / anda pela estrada / não tem compromisso’ – quer melhor que isso? Viver um amor sem compromisso... Totalmente descompromissado! E, para não ficar perdido: ‘ele mete medo / vou lhe tirar disso / o amor é lindo...’ – diz a canção de Arnaldo Antunes, em O Amor é Feio.
Talvez. E será que o pra sempre acaba? Penso que não existe o pra sempre, sou mais ‘o amor é eterno enquanto dure’. O poeta afirma, também penso assim – e acrescento que há momentos felizes. Vale a pena vivenciar estes momentos, e bem vividos. Amor passa – aliás, as pessoas passam (e o amor fica!).
Outra situação interessante é pensar que tudo gira em torno do amor – e, na verdade não é. O amor, através do Cupido, lança a sua flecha e lá vamos por caminhos tortuosos – ou, caminho que ele nos proporciona. Quando paramos, lá na frente, analisamos e concluímos que nem sempre as discussões valeram o sofrer.
Então, caro leitor, você deve estar pensando que eu afirmei que amar nem sempre vale a pena – em parte é verdade, mas em parte não. Então, vou esclarecer: quando o relacionamento é positivo, quando a coisa vai bem, tudo é maravilhoso. Mas quando as coisas não vão bem... Melhor nem comentar. As coisas são as coisas. O amor é o amor. E a vida é assim...
E o amor cria expectativas – às vezes positivas, às vezes negativas. Mas somos humanos e criamos expectativas. E, com elas, nos decepcionamos. O amor proporciona tudo isso, e soma-se um pouco mais. Somando, decepcionamos ainda mais.
Mas o que adianta tudo isso se sempre estamos em busca de alguém ao nosso lado? Sou exemplo vivo dessa situação. Ou, ainda, como dizem por ai: ‘solteiro sim, sozinho nunca!’. Por isso acreditar que o amor é eterno enquanto dure! E nada mais de afirmar que encontrou a metade errada. Não somos metade, somos inteiros.
Por sermos inteiros não devemos nunca estar a procurar outra metade. Temos que nos conscientizar que a sociedade nos modifica em sua vivência – somos originais. Então, a vida a dois é sim complicada, mas vale a pena vivê-la em seus bons momentos (e, quando não for possível, erga a cabeça e vá em frente – sempre há um alguém a espera em algum lugar). 20/12/2014, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES   

 

 

OLHAR E ESCREVER

Não sei o motivo, a razão, mas as circunstâncias não eram as mais favoráveis, porque quem de longe olhava notava o que acontecia.
Aqui, bem próximo, ela discutia com ele. Roupas claras, cabelos avermelhados, colar no pescoço e deste pendiam três pimentinhas que ficavam à mostra. Ele de terno branco, gravata-borboleta preta e, nas mãos, rosas vermelhas. Discutiam.
Quem os via, via além deles lá longe, num campo aberto, um redemoinho que levava tudo – inclusive as rosas que, minutos depois, estariam ao chão. 09/06/2014, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES

 

NO OLHO DA RUA

O trânsito parou – ele estava próximo do meio da rua, próximo do cruzamento, próximo das faixas de pedestres. Estava imóvel, de mãos nos bolsos da calça.
O tempo estava meio frio. Deixava-o meio abalado, somado aos últimos acontecimentos: tudo meio parado.
Olhava-se interiormente e começava a entender o que significava estar no meio da rua, depois de anos e anos de trabalho no mesmo lugar.
Pedia-se evolução. Negava-se a enquadrar nos meios. Logo, o resultado. 12/06/2014, Prof. PEDRO CÉSAR ALVES

 

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