TEXTOS DO AUTOR

 

 

FICHA DE LEITURA

Pedro César Alves é professor de Língua Portugues, Literatura e Redação nas redes Estadual - EE "Dr. Clóvis de Arruda Campos", Particular - "Escola CETEA" e "Colégio DEGRAU" e coordenador do site "Araçatuba e Região". (18) 9702-5883.

 

FICHA DE LEITURA - CETEA

 

NOME DO ALUNO ___________________________ Nº ___ / __ º ANO


ASPECTOS GERAIS

Título do livro:
Autor:
Nome do ilustrador:
Editora:
Edição:
Nº de páginas:

PERSONAGENS

Quais são?
O que fazem na história?
Quem aparece mais vezes na história?
Como é o personagem principal?

LOCAL

Onde se passa a maior parte da história?
Como é o lugar?

TEMPO

Quando acontecem os fatos?
Como você sabe disso?

ENREDO

Qual é a ideia principal da história?
De qual parte da história mais você ganhou?
Desenhe três cenas da história (quadrinhos) e faça legenda.

COMENTÁRIOS

Você achou o título da história adequado? Por quê?
Que outro título você daria ao livro? Por quê?
Com a leitura deste livro, o que você aprendeu?
Você gostou da história? Por quê?
Você indicaria este livro para o seu amigo ler? Por quê?

 

ESCOLA CETEA

Livros a serem lidos no 2º Bimestre:

6º Ano: Fábulas - de Monteiro Lobato.

7º Ano: E-mãe a internet me aprontou uma - de Tânia Alexandre Martinelli.

8º Ano: Drogas - Adeus, sessão da tarde - Pietra - de Leonardo Chianca e Márcia Leite.

9º Ano: Amor? Tô fora! - de Luiz Antônio Aguiar.

 

ESCOLA CETEA

Livros a serem lidos no 1º Bimestre:

6º Ano: O jogo da parlendaábulas - de Heloisa Prieto.

7º Ano: O Pequeno Príncipe - de Antonie de Saint-Exupéry.

8º Ano: Vida de Drogas- de Walcyr Carrasco.

9º Ano: A dama das Camélias - de Alexandre Dumas Filho (adaptação: Carlos H. Cony).

 

 

COLÉGIO "DEGRAU"

Livros a serem lidos no 2º Bimestre:

 

O CORTIÇO

– Aluísio de Azevedo (publicado em 1890)

Atividades proposta para o 1º ANO do EM

01 – ‘O Cortiço’ é marcado também pelo determinismo onde o indivíduo pode ser transformado por três fatores: a hereditariedade, o momento e o meio. No romance, claramente quem muda os personagens é o meio. Comprove com trechos da obra.

02 – Constantemente, as personagens sofrem zoomorfização, isto é, a animalização do comportamento humano, respeitando os preceitos da literatura naturalista. Comprove com trechos da obra.

03 – O cortiço também é ostensivamente personificado no decorrer da obra. – Comprove com trechos da obra.

04 – A obra é narrada em terceira pessoa, com narrador onisciente (que tem conhecimento de tudo), como propunha o movimento naturalista. O narrador tem poder total na estrutura do romance: entra no pensamento dos personagens, faz julgamentos e tenta comprovar, como se fosse um cientista, as influências do meio, da raça e do momento histórico. O foco da narração, a princípio, mantém uma aparência de imparcialidade, como se o narrador se apartasse, à semelhança de um deus, do mundo por ele criado. No entanto, isso é ilusório, porque o procedimento de representar a realidade de forma objetiva já configura uma posição ideologicamente tendenciosa. Explique a afirmação acima – e, justifique com passagens do romance.

05 – ‘O cortiço é um romance de muitas personagens. A intenção evidente é a de mostrar que todas, com suas particularidades, fazem parte de uma grande coletividade, de um grande corpo social que se corrói e se constrói simultaneamente’ - A afirmação aqui contida explicita o modo coletivo de agir do cortiço. Explique, a partir da leitura do romance e de seus conhecimentos sobre a obra – e sobre o mundo, o título do romance.

06 – A partir de suas leituras, faça um comentário sobre o principal personagem de ‘O Cortiço’.

07 – Dê o seu parecer sobre os casais: a) João Romão e Bertoleza b) Jerônimo e Rita Baiana

08 – O sexo é, em ‘O Cortiço’, força mais degradante que a ambição e a cobiça. A supervalorização do sexo, típica do determinismo biológico, e do naturalismo, conduz Aluísio a buscar quase todas as formas de patologia sexual, desde o "acanalhamento" das relações matrimoniais, adultério, prostituição, lesbianismo, etc. Comprove com passagens do romance.

09 – Em ‘O Cortiço’, as mulheres são reduzidas a três condições: primeira, de objeto, usadas e aviltadas pelo homem: Bertoloza e Piedade; segunda, de objeto e sujeito, simultaneamente: Rita Baiana; terceira, de sujeito, são as que se independem do homem, prostituindo-se: Leonie e Pombinha. – comente estes ‘tipos humanos’.

10 – O ROMANCE SOCIAL - "Desistindo de montar um enredo em função de pessoas, Aluísio atinou com a fórmula que se ajustava ao seu talento: ateve-se à seqüência de descrições muito precisas, onde cenas coletivas e tipos psicologicamente primários fazem, no conjunto, do cortiço a personagem mais convincente do nosso romance naturalista." – afirmação do professor Alfredo Bosi.
“Todas as existências se entrelaçam e repercutem umas nas outras. O Cortiço é o núcleo gerador de tudo e foi feito à imagem de seu proprietário, cresce, se desenvolve e se transforma com João Romão.” – explique com passagens do romance.

DATA DA ENTREGA - 26/06/2012

 

O PRIMO BASÍLIO

– Eça de Queirós (publicado em 1878)

Atividades proposta para o 2º ANO do EM

01 – Comprove com trechos da obra ‘O primo Basílio’ as seguintes afirmações:
a) linguagem correta, vocabulário rico, frases bem feitas – irônicas (às vezes).
b) escrito em 3º pessoa, onisciente: recurso utilizado por Eça para a expressão do ponto de vista.
c) discurso indireto livre.

02 – Quanto ao enredo, pode ser afirmado: O tema da obra é a sociedade lisboeta da época, com todas as características presentes na casta burguesa. Luísa é casada com Jorge, um engenheiro. Jorge, por força de compromissos, viaja para o Alentejo. Luísa é fraca de físico e de caráter. Durante o interregno, envolve-se afetivamente com Basílio, seu primo e antigo namorado, sujeito de inclinações “don-juanescas”. No contexto, há personagens como Juliana, uma criada grosseira, desonesta, que tira proveito da situação de adultério, escravizando a indefesa Luísa. O episódio chega ao conhecimento de Jorge, o marido. Luísa fica gravemente enferma e Jorge parece perdoar-lhe o erro. Tarde demais. Ela morre. Basílio continua a desfaçatez de sua existência. Comprove com trechos da obra as partes citadas em itálico.

03– A personagem LUÍSA – é oriunda de uma burguesia decadente, é inculta, devotada a um cristianismo de fachada. Tem caráter instável: ora atacada por um sentimento de medo indecifrável — teme perder o status quo adquirido com o casamento com Jorge — ora entregue às carícias do amante Basílio. Representa bem a tibieza da estrutura cultural, moral e religiosa da parcela burguesa de Lisboa. Comprove com passagens do texto as afirmações acima.

04 – A personagem JULIANA – é a criada; subjugada pela condição social, vive o inferno da inveja. É malévola, desonesta e não perde oportunidade para explorar, roubar e exigir sob ameaça. Guarda como relíquia tudo que possa ser arma contra a família para quem trabalha. Comprove com passagens do texto as afirmações acima.

05 – O personagem CONSELHEIRO ACÁCIO – representa a pseudoformalidade das relações sociais: político dado à corrupção, de fala convincente e amante dos provérbios e frases de efeito, adota um comportamento populista, a fim de se beneficiar. Comprove com passagens do texto as afirmações acima.

06 – A personagem ACÁCIO – é notório na narrativa por suas intervenções de feição sentenciosa ou gravemente ridículas. Comprove com passagens do texto as afirmações acima.

07 – A personagem BASÍLIO – o mau-caráter, representa o burguês de prosperidade duvidosa, pronto a se aproveitar de toda e qualquer situação. Reveste-se de uma maldade inescrupulosa e irônica, usando um falar característico de sua dissimulação. Comprove com passagens do texto as afirmações acima.

08 – Trecho (Cap. IV): Basílio, ao pé de Luísa, ia calado. Que horror de cidade! - pensava. - Que tristeza! E lembrava-lhe Paris, de verão; subia, à noite, no seu faéton, os Campos Elísios devagar... – faça uma análise deste trecho dentro do contexto da obra/dentro do contexto do Realismo.

09 – Duas figuras femininas merecem destaque: Leopoldina e Juliana. Ambas se apresentam como figuras femininas masculinizadas. Leopoldina fuma (algo incomum no século XIX), tem “sentimentos” por amigas, acha o adultério o comportamento “mais normal” do mundo, não se importa com a opinião pública e Luísa sente atração física por ela; Juliana ocupa inicialmente um lugar secundário na narrativa: tem formas secas, mas com o desenrolar dos fatos ela ganha dimensão na obra, tornando-se a personagem mais bem elaborada dentro do romance. Ela assume o papel de “marido vingador”, punindo Luísa em prol da honra de Jorge. Comente as afirmativas acima frente ao Realismo.

10 – Tânia Quintaneiro afirma: É por meio da luta de classes que as principais transformações estruturais são impulsionadas, por isso ela é dita “o motor da história”. A classe explorada constitui-se assim no mais potente agente de mudança. (QUINTANEIRO, 2002, p. 43) Logo, dessa forma, em O primo Basílio, temos de um lado Luísa (burguesia), mulher ociosa que passa os dias lendo romances românticos e do outro Juliana (povo), uma criada amarga que pretende a nível individual, reverter o processo de exploração recusando-se a continuar sendo explorada e subjugada. Para tal, Juliana baseia-se na luta pela ascensão financeira, livre dos limites “impostos” pela ética e pelos bons costumes. Para ela os valores só são úteis até que sejam extremamente necessários para alcançar seu objetivo. Nesse sentido, convém fazer alusão ao pensamento de Max Weber em relação a ação do indivíduo, que no caso específico de Juliana é uma ação classificada como racional com ralação a fins, visto que para atingir seu objetivo, ela lança mão dos meios necessários ou adequados para conseguir alcançá-lo. A questão para o agente que visa chegar ao objetivo pretendido recorrendo aos meios disponíveis é relacionar entre estes os mais adequados. A conexão entre fins e meios é tanto mais racional quanto mais a conduta se dê rigorosamente e sem a interferência perturbadora de tradições e afetos que desviem seu curso. (QUINTANEIRO, 2002, p.116). Assim, para Juliana os fins justificam os meios e por isso ela usa de todas as “armas” possíveis e cabíveis para alcançar o seu objeto de desejo, o que resulta na busca do TER em detrimento de SER. Tendo em vista o citado acima, escreva sobre:

JULIANA: DE DOMINADA À DOMINADORA

DATA DA ENTREGA - 26/06/2012

 

TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA

– Lima Barreto (publicado em 1911)

Atividades proposta para o 3º ANO do EM

01 – Comprove com trechos do livro que é a história de ‘Triste fim de Policarpo Quaresma’ é de um nacionalista fanático que, quixotescamente, tenta resolver sozinho os males sociais de seu tempo.

02 – Comprove com trechos do livro que Policarpo Quaresma defendeu os valores nacionais, brigou por eles a vida toda e foi condenado à morte injustamente por valores que defendia.

03 – Os ‘projetos’ que o nacionalista Policarpo Quaresma quer para reformar o país são de ordem: cultural, agrícola e político. Comprove-os com passagem da obra.

04 – Final do livro: "A pátria que quisera ter era um mito; era um fantasma criado por ele no silêncio de seu gabinete. Nem a física, nem a moral, nem a intelectual, nem a política que julgava existir, havia." Explique.

05 – Comprove com trechos do livro (mínimo três) que a obra pertence ao pré-modernista e aborda a vida simples dos pobres e dos mestiços, com linguagem descontraída dos menos privilegiados socialmente.

06 – A obra trata do drama de um velho aposentado que se propõe a salvar o Brasil de suas mazelas sociais. Neste romance, a figura feminina é a personagem que, como amiga de Policarpo, ao término, melhor entende a dinâmica da sociedade – por quê?

07 – Personagens femininas (visão feminina da obra e não nacionalista/crítica política): Ismênia, Adelaide e Olga, soam inevitavelmente como vitimas de sua condição de inferioridade. Faça paralelos/comparações entre as personagens a seguir – use trechos do livro para comprovar:
a) Ismênia – abandonada pelo noivo definha até a morte.
b) Adelaide – alheia a todos esses caprichos, vive ao lado do irmão (Policarpo Quaresma), sem paixões e sem desejos.
c) Olga – se entrega a sina prevista: o casamento que a cada dia que passa revela-se inevitável em seu sentido maior – (casou-se com um homem que não gostava).

08 – ATENÇÃO: Olga é uma personagem feminina "importante", a mais interessante das três, pois, por meio dessa personagem o autor nos apresenta um novo perfil de mulher. Ela é ativa, inteligente e determinada, sabe o que quer e luta por seus objetivos, demonstrando assim um certo desvio dos padrões destinados às mulheres. Vivaz, habituada a falar alto e desembaraçadamente, não escondia a sua ficção tanto mais que se sentia confusamente nele alguma coisa de superior, uma ousadia de ideal, uma tenacidade em seguir um sonho, uma ideia, um voo. Enfim para as altas regiões do espírito que ela não estava habituada a ver em ninguém no mundo que frequentava – como cita a obra.
Explique com passagens do texto: Olga se diferencia das duas personagens citadas anteriormente, talvez ela seja a representação da busca da liberdade feminina, de viver seus próprios anseios, e não os impostos pela sociedade, contudo, mesmo com seus ideais e objetivos, Olga não está isenta do casamento como ideal de vida. Embora não houvesse nela uma obsessão pelo patrimônio.

DATA DA ENTREGA - 26/06/2012

 

RESUMO - LIT. BRASILEIRA

RESUMO - LIT. PORTUGUESA

 

Os vídeos a seguir, disponível na net - YouTube -, são boas indicações de estudos.

Profª Edna Prado - Literatura.

 

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Profª Sandra Franco - Redação.

 

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Profª Sandra Franco - Redação.

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

Entre os heróis gregos destacava-se Héracles, mais conhecido pelo nome romano - Hércules - cultuado em toda a Grécia. Tratava-se de um herói nacional. Tornou-se famoso por ter realizado doze trabalhos, em benefício dos gregos.
Hércules, filho de Zeus e da princesa Alcmena era odiado por Hera, mulher de Zeus. Quando Hércules casou-se com Mégara, uma princesa tebana, Hera fez com que ele enlouquecesse e pusesse fogo em sua casa, matando sua mulher e seus filhos. Quando Hércules recuperou a razão, procurou o auxílio do oráculo de Delfos. O oráculo disse-lhe que deveria servir doze anos a seu primo Euristeu, rei de Argos. Hércules realizou então 12 trabalhos para o rei Euristeu:

• 1º: matar o leão de Neméia. A partir de então Hércules passou usar a pele resistente do leão como armadura.
• 2º: matar a Hidra de Lerna, uma serpente com sete cabeças venenosas. Hércules queimou todas as cabeças do animal, menos uma, que era imortal. Essa foi enterrada por baixo de uma pedra. Após matar a Hidra, Hércules mergulhou suas flechas no veneno da Hidra, tornando-as venenosas.
• 3º: a captura do javali de Erimanto.
• 4º: capturar a corsa de Cerinéia, que tinha os cascos de bronze e os chifres de ouro.
• 5º: expulsar as aves do lago Estinfale, na Arcádia.
• 6º: limpar os estábulos do rei Augias, da Élida, em um só dia. Os estábulos estavam muito sujos, mas Hércules desviou o curso de dois rios para passarem por dentro deles e realizou o trabalho.
• 7º: capturar o touro selvagem de Minos, rei dos cretenses.
• 8º: capturar os cavalos devoradores de homens do rei Diomedes da Trácia. Hércules matou Diomedes e deu sua carne aos cavalos.
• 9º: obter o cinto de Hipólita, rainha das Amazonas, as mulheres guerreiras.
• 10º: ir buscar o gado do monstro Gerião, que vivia além das colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar).
• 11º: levar as maçãs de ouro do jardim das Hespérides para Euristeu.
• 12º: capturar Cérbero, o cão de três cabeças que guardava os infernos, e mostrá-lo a Euristeu.

Com os três últimos trabalhos, Hércules conquistou a imortalidade, pois Gerião e Cérbero representavam a morte e as maçãs eram o fruto da Árvore da Vida. Em uma ocasião, Hércules viajava com sua mulher Dejanira quando permitiu que um centauro chamado Nesso a carregasse para atravessar um rio. Nesso tentou violentá-la e Hércules matou-o com uma flecha envenenada. Ao morrer, Nesso disse a Dejanira para guardar seu sangue para usá-lo como filtro de amor. Mais tarde, Hércules apaixonou-se por Iole, uma mulher que ele havia capturado. Enciumada, Dejanira mergulhou uma túnica no sangue de Nesso e a deu para Hércules. Assim que a vestiu, o veneno começou a queimar sua carne. Não suportando a dor, pediu a seus amigos que o colocassem em uma pira funerária e a acendessem. Depois que seu corpo foi carbonizado, Hércules foi levado ao Olimpo (a morada dos deuses) e tornou-se imortal.

 

 

*

ABRAÇOS!

 

 




restaurante recife

 

"Quem não lê não pensa,

E quem não pensa será para sempre um servo."

 

ESTOU MUITO FELIZ!

 

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